O Dia das Mães é uma das datas mais celebradas do mundo. Flores, presentes, mensagens e homenagens movimentam famílias e também o comércio todos os anos. Mas poucas pessoas sabem que a mulher responsável por criar a data passou grande parte da vida tentando acabar com ela.
A história de Anna Jarvis, criadora do Dia das Mães, mistura homenagem, tristeza e decepção. O que começou como um gesto de amor pela própria mãe acabou se transformando em um movimento que ela passou a criticar duramente com o passar do tempo.
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Quem foi Anna Jarvis

Anna Jarvis nasceu nos Estados Unidos, no século 19, e tinha uma relação muito forte com sua mãe, Ann Reeves Jarvis. Sua mãe era conhecida por trabalhos sociais e ações comunitárias voltadas principalmente para mulheres e famílias.
Após a morte da mãe, em 1905, Anna decidiu criar uma data especial para homenagear mães de forma oficial.
A ideia era simples:
criar um dia de reconhecimento sincero pelo amor, dedicação e importância das mães na vida das pessoas.
Como surgiu o Dia das Mães
Em 1908, Anna organizou uma homenagem para sua mãe em uma igreja na Virgínia Ocidental, nos Estados Unidos. O evento ganhou repercussão e começou a chamar atenção de outras cidades.
Com o tempo, a ideia cresceu rapidamente. Promoção Imperdivel: Realme Note 60x Dual Sim 128gb 4gb Ram Preto Anna iniciou campanhas, enviou cartas para políticos e pressionou autoridades para transformar a data em um feriado oficial.
O movimento deu resultado.
Em 1914, o então presidente americano Woodrow Wilson oficializou o Dia das Mães nos Estados Unidos.
A partir daí, a celebração começou a se espalhar para vários países do mundo.
Por que Anna Jarvis se arrependeu
O problema começou quando empresas perceberam o potencial comercial da data.
Com o crescimento das vendas de flores, cartões e presentes, Anna começou a acreditar que o verdadeiro significado do Dia das Mães estava sendo perdido.
Ela defendia uma celebração simples, emocional e familiar. Porém, viu a data se transformar em um enorme evento comercial.
- isso passou a incomodá-la profundamente
A revolta contra o comércio

Anna Jarvis começou a criticar publicamente empresas que lucravam com o Dia das Mães.
Ela dizia que:
- cartões prontos eram impessoais
- presentes comerciais substituíam sentimentos verdadeiros
- o comércio estava explorando a data
Em vários momentos, Anna chegou a protestar contra floriculturas, lojas e organizações que promoviam campanhas ligadas ao Dia das Mães.
Ela tentou acabar com a própria criação
O mais curioso é que Anna passou anos tentando cancelar oficialmente a data que ela mesma criou.
Ela participou de manifestações, entrou em disputas judiciais e fez campanhas contra o uso comercial do Dia das Mães.
Segundo relatos históricos, Anna acreditava que a celebração havia perdido completamente o propósito original.
👉 para ela, o foco deveria ser carinho e reconhecimento, não consumo
Como o Dia das Mães se transformou em uma das datas mais comerciais
Com o passar dos anos, o Dia das Mães virou uma das datas mais importantes para o comércio em vários países.
Hoje, a data movimenta:
- lojas
- restaurantes
- floriculturas
- perfumarias
- vendas online
No Brasil, por exemplo, o Dia das Mães costuma ser uma das melhores datas do ano para o varejo, atrás apenas do Natal em alguns setores.
O significado da data ainda continua forte
Mesmo com a forte presença comercial, muitas pessoas ainda enxergam o Dia das Mães como um momento importante de carinho e aproximação familiar.
Para muitas famílias, a data representa:
- homenagens
- lembranças
- reencontros
- agradecimento
Ou seja, apesar das críticas feitas por Anna Jarvis, o lado emocional da celebração continua presente em grande parte das comemorações.
A história que pouca gente conhece

Muita gente comemora o Dia das Mães todos os anos sem imaginar que sua criadora terminou a vida frustrada com o rumo que a data tomou.
O mais curioso é que ela criou uma das datas mais famosas do mundo justamente para valorizar sentimentos sinceros — e depois viu tudo se transformar em algo muito diferente do que imaginava.
O que essa história mostra hoje
A trajetória de Anna Jarvis mostra como ideias podem mudar completamente ao longo do tempo.
O que começou como uma homenagem pessoal virou uma tradição mundial e também um dos eventos mais fortes do comércio moderno.
Ao mesmo tempo, a história faz muita gente refletir:
👉 o Dia das Mães ainda é sobre sentimentos ou virou apenas uma data de consumo?
Conclusão
A história da mulher que criou o Dia das Mães e depois se arrependeu continua surpreendendo pessoas ao redor do mundo.
Anna Jarvis queria criar uma homenagem sincera às mães, mas viu a data se transformar em um fenômeno comercial global. Mesmo assim, o Dia das Mães segue sendo um momento importante para milhões de famílias.
No fim, a história mostra que, independentemente dos presentes, o verdadeiro significado da data talvez ainda esteja nos pequenos gestos e no reconhecimento familiar.
Redação BNC
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