Atualização em [13/03/26] às [14:22]
A Polícia Civil confirmou que o corpo encontrado esquartejado às margens de um rio no município de Major Gercino, na Grande Florianópolis, pertence à corretora de imóveis gaúcha Luciani Aparecida Estivalet Freitas, de quarenta e sete anos, que estava desaparecida desde o dia quatro de março.
Luciani foi vista pela última vez saindo da kitnet onde morava no bairro Ingleses, em Florianópolis. Após o desaparecimento, familiares passaram a desconfiar de mensagens enviadas pelo celular da corretora, que continham diversos erros de português incomuns para ela. Isso levou a família a procurar a polícia e registrar o desaparecimento.
Dias depois, um corpo feminino esquartejado foi encontrado dentro de sacos de lixo às margens de um rio em Major Gercino. O cadáver estava sem cabeça, braços e pés, o que dificultou a identificação inicial da vítima.
Exames e investigações posteriores confirmaram que o corpo era da corretora desaparecida. A Polícia Civil passou a tratar o caso como latrocínio (roubo seguido de morte) e investiga a participação de várias pessoas no crime.
Uma mulher foi presa após policiais encontrarem pertences da vítima em uma pousada em Florianópolis, além de objetos comprados utilizando dados e recursos da própria corretora após o desaparecimento. Outras pessoas também são investigadas pela possível participação no crime.
A polícia segue trabalhando para esclarecer todas as circunstâncias do assassinato e identificar todos os envolvidos.
Relembre o Caso do Desaparecimento da Gaúcha
A gaúcha Luciani Aparecida Estivalet Freitas, de quarenta e sete anos, estáva desaparecida em Florianópolis, em Santa Catarina. O caso mobilizou familiares no Rio Grande do Sul, que buscavam informações sobre o paradeiro da mulher desde a última semana.

Luciani é natural de Alegrete e foi vista pela última vez no dia quatro de março, na região da Praia dos Ingleses, no Norte da Ilha. O boletim de ocorrência foi registrado alguns dias depois, quando a família passou a desconfiar de mensagens enviadas pelo celular dela.
Erros de português levantaram suspeita da família
De acordo com os familiares, mensagens enviadas pelo telefone da mulher apresentavam erros gramaticais incomuns, o que levantou a suspeita de que outra pessoa poderia estar utilizando o aparelho. Palavras escritas de forma incorreta chamaram a atenção dos parentes e levaram à decisão de procurar a polícia.

Inicialmente, os familiares acreditavam que estavam se comunicando com Luciani, o que acabou atrasando o registro do desaparecimento.
Câmeras registraram trajeto do carro
Imagens de câmeras de segurança ajudaram a reconstruir parte do trajeto do veículo da mulher, um HB20 cinza. Os registros mostram o carro circulando na região norte da ilha por volta das duas horas da madrugada no dia do desaparecimento.

Cerca de duas horas depois, o automóvel foi visto na Via Expressa, já na Grande Florianópolis, e por volta das nove horas da manhã foi registrado entrando na Ponte Pedro Ivo Campos, no acesso ao continente.
Polícia investiga o caso
Desde então, não houve mais informações sobre o paradeiro da gaúcha ou do veículo. A Polícia Civil de Santa Catarina segue investigando o caso e analisando imagens de monitoramento para identificar quem conduzia o carro naquele momento.

Familiares e amigos também utilizam as redes sociais para divulgar o desaparecimento e pedir ajuda da população com qualquer informação que possa contribuir para localizar Luciani.
Fontes: GZH SEGURANÇA – CNN BRASIL
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